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Gifel

GIFEL - Engenharia de Incêndio

Nossa História 

1970 

Há três décadas atrás, o Brasil vivia um período de efervescência contínua com a expansão e implantação de novas indústrias nos diversos ramos de atividade. A siderurgia avançava a passos gigantescos através da implantação de uma série de novas usinas, assim como se consolidava a indústria de petróleo com a construção de novas refinarias e complexos petroquímicos, acompanhados pelo parque industrial como um todo, dentro de um ambiente totalmente favorável do “Milagre Econômico”. 

 

Tempos áureos aqueles, que também se mostraram cíclicos a partir de então. Neste período privilegiado, muitas empresas foram surgindo na esteira desta economia acelerada, entre elas a GIFEL, criada por um punhado de técnicos e profissionais especializados em sua área, voltada à proteção contra incêndio e preservação do meio ambiente, para atender a nova realidade aliada a todos os “bandeirantismos” possíveis e imagináveis para a época, conquistando uma posição de destaque no setor através de sua credibilidade que fazem com que permaneça ativa nos tempos atuais. 

No início de sua atividades a GIFEL se estabeleceu na cidade de São Paulo, na Rua Lucerna, 210 na região de Santo Amaro. 

Do começo da produção inicial da GIFEL podemos citar os seguintes exemplos: 

1975 – Cilindros para o uso de gases permanentes, Oxigênio, Nitrogênio, Argônio, etc. Tornou-se fornecedora oficial da AGA, Oxigênio do Brasil e White Martins. 

1976 – Cilindros para o uso em mascaras autônomas para a Draeger Lubeca, MSA do Brasil, padrão DOT 3AA (DOT – Department of Transportation). 

Em 1978, criou-se junto a este grupo uma divisão de engenharia, que passaria a ser denominada “Engenharia de Incêndio” e visava a utilização dos cilindros fabricados pela GIFEL nas mais variadas aplicações. 

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O pioneirismo no campo da detecção, alarme e combate a incêndio em empreendimentos hidroelétricos contabiliza uma respeitável lista de usinas, a saber: as já citadas ITAIPU, Xingo e Tucuruí, às quais se somaram Corumbá, Ilha dos Pombos, Serra da Mesa, Nova Avanhandava, Rosana, Machadinho e Matala (em Angola). 
Com o advento da GIFEL Engenharia foram projetados, fornecidos e instalados sistemas de detecção, alarme e combate em várias tecnologias, tais como Halon 1301, CO2, Inergen, água (water spray) e espuma. 
CPD’s – Centro de Processamento de Dados, bibliotecas, salas fortes e outras instalações foram protegidas por estes sistemas. Alguns dos diversos CPD’s que receberam proteção GIFEL: Mercedes Benz-CO2, HSBC, EDS – Electronic Data Systems e Serasa-Inergen. 

A trajetória da GIFEL foi pontilhada por atividades pioneiras e inovadoras no campo automotivo onde a GIFEL colaborou diretamente nas pesquisas e no posterior fornecimento de material. 

Alguns exemplos são descritos adiante. Já em 1979 foram fornecidos cilindros para o uso de GMV – Gás Metano Veicular, fornecido ao IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas da USP), gás originário do gás do lixo. Em 1981 num trabalho conjunto com a Volkswagen do Brasil foi desenvolvido e colocado em operação o primeiro caminhão movido a GMV. 

1980 

Em 1980 a GIFEL passou por Várzea Paulista, chegando enfim às suas instalações atuais em Cabreúva, também no estado de São Paulo. 

Em 1988 é fundado o GBC – Grupo Brasiliero de Cilindros, que dentro da organização GIFEL passa a fabricar os cilindros, mantendo a tradição tão importante iniciada nos idos de 1975. 

Do começo da produção inicial da GIFEL podemos citar os seguintes exemplo da década de 80: 

1980 – Tubulões de armazenamento, comprimento 8 metros, para a Oxigênio do Brasil. 

Um dos marcos da GIFEL no campo da proteção contra incêndio em grandes hidrogradores foi sem dúvida o fato de ter sido a responsável pelo fornecimento da proteção por gás carbônico, em especial aos 18 (dezoito) hidrogeradores de ITAIPU , assim como aos de XINGÓ e TUCURUÍ e muitos outros, e para as belonaves da Marinha Brasileira, revelando também o seu pioneirismo nas aprovações de seus equipamentos segundo as normas MIL STD. 

Ainda em 1981 foi feita a primeira carreta de GN (Gás Natural) e cestas de armazenamento para a Petrobrás. 

Em 1984, junto com a Sanepar, foi colocada em operação a primeira frota de carros movidos a GMV, empreitada feita em conjunto com a Rodagas e a Ermeto. 

No mesmo ano, colaborando com a Dedini, foi realizado o projeto Methax de acionamento de veículos por Biogás proveniente do tratamento de resíduos da produção do álcool de cana de açúcar. 

Hoje este pioneirismo continua com o fornecimento de cilindros para carretas bi-trem e de três eixos para o transporte de Gás Natural. 

A GIFEL não ficou alheia aos projetos nucleares brasileiros tendo fornecido a proteção da Sala de Controle da Usina Nuclear de ANGRA II. Ainda na área de energia a GIFEL forneceu a proteção por Nitrogênio em transformadores, obra Gravatai. 

Desde cedo ocorreu o desenvolvimento de projetos para a proteção a plataformas de perfuração e produção de petróleo, navios Cargueiros e Petroleiros da frota Nacional e belonaves da Marinha Brasileira. 

Produtos desenvolvidos pela GIFEL, como por exemplo o esguicho ACQUAFOAM patenteado junto ao INPI sob o número 7101463, e a sua participação ativa na extinção dos incêndios ocorridos na GRANEL QUÍMICA e PETROBRÁS REPLAN, consolidaram a sua reputação no meio de Segurança Contra Incêndios 

Tal performance porém não apenas reforçou sua posição no mercado interno, como também atraiu a atenção de empresas congêneres no exterior com as quais foram estabelecidos laços técnicos e comerciais, visando complementar a sua própria linha de fabricação, adicionando itens de maior elaboração e tecnologia agregada, trazendo ao país os mais recentes desenvolvimentos nesta área, e dessa maneira nos permitindo absorver tão necessária tecnologia de ponta. 

Esta união com empresas como a MANDALS REBERBANE, a mais antiga e tradicional fabricante de mangueiras de incêndio e de teares para a sua produção, estabelecida na Noruega desde 1775 e a ANSUL dos Estados Unidos, detentora de produtos e patentes como o ANSULITE e INERGEN, ambas certificadas de acordo com a ISO 9001 e ISO 9002, respectivamente, nos leva a refletir sobre a importância de andarmos em boa companhia como forma de acesso permanente a novas tecnologias. 

Graças ao trabalho conjunto com a representada ANSUL a GIFEL Engenharia foi certificada para projetar e instalar sistemas para proteção de cozinhas e sistemas para proteção das gigantescas máquinas tipo “fora de estrada”, tanto caminhões como escavadeiras empregadas pelas mineradoras brasileiras. 

Um grande e bem sucedido desafio foi o fornecimento, instalação e testes de comissionamento do sistema de proteção por canhões monitores lançadores de espuma das três eclusas fluviais que permitem a navegação no Rio Tietê: Jupiá, Ibitinga e Bariri. Outro desafio vencido foi a proteção através de canhões monitores de controle remoto instalados na unidade da REFAP no Rio Grande do Sul. 

www.gifel.com.br

Cabreúva - SP  

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